segunda-feira, 17 de julho de 2006

tic-tac, tic-tac, tic-tac..


Bom, já fazia um tempinho que não escrevia por aqui. Lapso aliás causado justamente por uma "coceira" que me fez escrever hoje: o fator tempo.

Não que esteja faltando tempo, mas eu ando brigando com ele. E também ainda não descobri o motivo. Só sei que ando olhando muito para os relógios. Não sei até que ponto isso é algo interessante.

Em especial aqui em São Paulo isso anda me incomodando um pouco. Talvez seja mais uma das minhas idéias sem pé nem cabeça, mas estava conversando sobre isso com pessoas próximas e elas também visualizaram a nebulosa.

Todos nós sabemos que o tempo é algo relativo, matematicamente falando aliás. Mas estava eu notando que essa relatividade é tal que aquele velho duelo tempo-espaço ganha ares megalomaníacos nas idéias que ando tendo.

Pode ser total maluquice, mas o tempo aqui na terra da garoa tem uma "velocidade" diferente da dos ares campinólios, e vertiginosamente discrepante da dos tic-tac dos ponteiros na aprazível itapevolândia, por exemplo.

Aparentemente, aqui em São Paulo, de uma forma geral, talvez pelo gigantismo e pelo estresse meio que inerente ao ambiente tudo parece que passa mais rápido, e de uma forma angustiante. Enquanto que em Itapeva city, uma cidade mediana e relativamente pacata, o problema é oposto, tudo é angustiantmente lento.

Não sei se é pelo fato de eu morar sozinho por aqui, mas eu tenho uma sensação muito presente de que a vida por essas bandas passa rápido demais. Rapidez essa que diminui sensivelmente quando eu vou pra Campinas.

Sei lá que ráio de lógica sensorial (?) é essa, mas ela existe. Ou eu definitivamente sou um sujeito piradaço. E ando viajando e gerundiando além da conta.

Um comentário:

Cristina disse...

A física quântica explica isso. Ou pelo menos deveria explicar... Bom, o que interessa é que esse descompasso pode ser explicado cientificamente, só não me pergunte rs.
E pare de gerundiar senão eu vou estar dando croque na sua cabeça :p