sábado, 30 de dezembro de 2006

the end (reprise)

Meu ano em SP acabou de uma forma inusitada. Minha última noite aqui, e tudo se embaralhou. Minha cabeça pulsava e latejava de dor, mas espiritualmente ela queria outra coisa.
Eu queria continuar pra finalizar algo que precisava ser finalizado (?). Foi como se a citada energia que não sentia a um bom tempo, a qual comentei no texto anterior, se chocasse com as antigas, e brigassem entre si para saber quem iria dominar a joça Alexandre em 2007.
O estresse do trabalho, o cansaço, aquelas forças que vão-e-vem apareceram nessa noite como que pra "estragar a festa" e sentenciar metaforicamente que não poderia haver renovação. Era uma simples dor-de-cabeça (que na verdade não era tão simples assim), mas que veio afim de por tudo a perder. A minha noite (o meu 2007 e as minhas novas energias) não poderiam triunfar.
Enfim, uma briga cruel, onde o "bem venceu o mal", e onde eu me superei (será que consegui?) para tentar não transparecer ao máximo a revolução química no meu cérebro (estou falando de um triste e simples projeto de enxaqueca). E a noite terminou bem, muito bem, apesar de tudo. Em que pese eu não ter bebido a minha Guinness, o líquido predestinado a anunciar as boas novas, eu acho que elas estão vindo. E eu, pronto a recebê-las.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

the end

Então 2006 foi pro saco. (Ufa!..) Mas esse ano valeu, por cada uma das 365 cantadas de galo. Não sou adepto de melhores e piores, mas acho que nesse ano houve muito aprendizado, muita vivência, muitos ganhos, e poucas perdas. O balanço final foi positivo, sem "dividendos a pagar".
E sinto também que o ano que entra começa bem. Energias que havia tempo achava que não iam mais circular pelas bandas alexandrinas surgiram. Isso me dá um gás a mais pra encarar os desafios que eu tento propor a mim mesmo. Tomara que tudo se engrene e faça essa joça chamada Alexandre girar de uma forma mais calibrada.
"and in the end..." ..bom, vc sabem. "Abbey Road" na vitrola, por favor.

empty spaces dicas: "Mutantes ao Vivo - Barbican Theatre, Londres" (2006)

Queria escrever essa postagem sem esse sono acachapante que me atinge, mas ela tem que sair agora, com imagem na tela e som na vitrola.
Bom, eu sempre soube da importância dos Mutantes na música brasileira, mas nunca tinha escutado a fundo o som deles. Tudo se resumia a "Panis et Circenses". E nem visto uma performance ao vivo. Ainda mais sem a Rita Lee.
Aliás, é lógico que o grupo sem ela não é o Mutantes que ficou pra história, mas eu sinceramente não senti muita falta dela nesse show. De alguma forma, eles se superaram e supriram a falta dela. E acabaram acertando a mão ao convidar a Zélia Duncan pra fazer a voz feminina.
Bem, estou soniferamente muito lesado pra escrever tudo o que vi, escutei, e achei desse show mas, em resumo, depois de alguns séculos, os caras (Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e Dinho Leme) resolveram se unir e fizeram essa apresentação especial num teatro em Londres, com ingressos esgotados.
Montaram uma banda excelente pra acompanhar e enfileiraram uma sequência deliciosa de clássicos do grupo. Detalhe: eu não conhecia 80% deles (santa ignorância!). Liricamente, um som sofisticado, mas sem deixar de trabalhar com versos simples. Musicalmente, algo que faz jus ao nome do grupo: vocais a la Beatles, Beach Boys, passagens numa mesma música que vão de uma levada as vezes "medieval" pra algo que lembra um hardrock refinado "puxando" Deep Purple e Led Zeppelin. Outras vezes, saem de uma harmonia bossa-nova e partem pra umas viagens psicodélico-progressivas desvairadas.
Poderia comentar uma a uma aqui, mas achei excelentes faixas como "Caminhante Noturno", "Ave Gengis Khan", "Cantor de Mambo", "El Justiciero", "Dois Mil e Um", "Ave Lúcifer" (essa é primorosa), "A hora e a vez do cabelo nascer" (psicodélica e deliciosamente ufanista), "A minha menina" (pop nacional perfeito, do Jorge Ben, anos-luz de distância de Jota Quest e similares), "Bat Macumba".
Enfim, a finalidade da postagem é essa: recomendação. Procurem na internet, comprem o DVD (pra quem tiver um dinheiro sobrando). Pra quem gosta de boa música, é material necessário.
E por último, queria agradecer meu pai por ter descoberto e trazido de presente esse trabalho diferenciado. Natal com som classudo na vitrola, e no vídeo.
na foto: Dinho Lemes, Arnaldo Baptista e Sergio Dias.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

My Dear Jo-Jo..

(!!!)
Angelina Jolie diz não ter planos de se casar com Brad Pitt
NOVA YORK (Reuters) - Angelina Jolie falou publicamente sobre o começo de seu relacionamento com o ator Brad Pitt, dizendo que nunca quis prejudicar o casamento dele com a atriz Jennifer Aniston -- mas ela também não tem planos de se casar com ele.

Jolie, de 31 anos, disse que, durante as filmagens de "Sr. e Sra. Smith", em 2003 e 2004, os dois astros perceberam que partilhavam "um laço emocional profundo", apesar de Aniston ser claramente, na época, a melhor amiga de Pitt.

"Por causa do filme, acabamos fazendo todas aquelas loucuras e acho que descobrimos essa estranha amizade e cumplicidade, que aconteceram repentinamente."

Jolie disse que continuou "muito, muito amiga" de Pitt depois de fazer o filme, sem comentar sobre a natureza do relacionamento. Pitt, de 42 anos, e Aniston, de 37 anos, romperam no começo de 2005.

"E então a vida continuou de uma maneira em que podíamos ficar juntos, e pareceu algo que podíamos fazer, que devíamos fazer", afirmou.

Jolie disse que não planeja casar-se com Pitt, mas que eles se comprometeram a criar seus três filhos. Jolie adotou seu filho Maddox no Camboja, em 2002, quando era casada com o ator Billy Bob Thornton, e sua filha Zahara na Etiópia, em 2005. Esse ano, ela deu à luz sua filha Shiloh.

"Nós dois fomos casados antes, de maneira que não é o casamento que necessariamente mantém as pessoas juntas. Estamos legalmente unidos a nossos filhos, não um ao outro, e acho que isso é o mais importante", declarou Jolie, cujo novo filme, "O Bom Pastor", será lançado este mês nos EUA.

A atriz, que está trabalhando no filme "A Mighty Heart" (coração valoroso), em que faz o papel da esposa do jornalista norte-americano Daniel Pearl, admitiu já ter vivido de maneira perigosa. Mas, segundo ela, tudo mudou depois de ela ter filhos.

"Sou comprometida com a vida. Acho mesmo que, antes do meu filho, eu era um pouco niilista", afirmou Jolie. "Começo a conseguir me ver com 50 anos, com os filhos se formando no ensino médio."

por Belinda Goldsmith
fonte: Reuters - link (newsbox.msn.com.br)
Nosso famigerado "mago" tupiniquim Paulo Coelho uma vez sentenciou que, quando a gente quer, o universo todo conspira a nosso favor. Sempre tive um pé atrás em relação a toda essa presunção. Porém, dessa vez, acho que está funcionando.
Eu tenho pra mim mesmo uma teoria bizarra de que minha amada Jolie possui clones espalhados pelo planeta. E que uma das minhas missões é encontrar o meu. Desejem-me sorte.
img: www.lechinois.com

"pai, eu quero falar com você.."

Foi a frase que eu ouvi ontem no recado da secretária eletrônica do meu telefone, quando cheguei do trabalho. Assim, na lata, direto, e depois desligou o fone. Era um moleque que devia ter seus 5, 6 anos, não mais que isso, e falava com uma voz embargada de choro.
É interessante como nessas horas você leva um susto, como se estivesse recebendo algum tipo de "mensagem cifrada". É lógico que não é nada disso, mas fica aquela sensação estranha. Uma comunicação "surda", perdida e sem sentido, por um milionésimo de segundo, ganha significado dentro da sua cabeça, como se fosse algo direcionado a você. Logo depois, ato contínuo, você começa a indagar: "onde? porque o choro? será que ele está sozinho? porque busca o pai? onde estará o pai? e a mãe?".
Mais fascinante ainda é perceber a necessidade que nosso cérebro tem de dar um significado a qualquer mensagem e comunicação, e ele busca isso inconscientemente, instintivamente, assim como um filho busca o pai na hora do aperto.
Parece bobagem, mas eu acho isso o máximo. Até porque somos um dos poucos animais que desenvolveram e souberam trabalhar essa capacidade de forma tão complexa.

domingo, 10 de dezembro de 2006

um dia na lavanderia

Esses dias tive a minha primeira experiência em uma lavanderia profissional. Com a mãe distante (lá no planalto central) , e com a máquina de lavar gratuita mais próxima a 90 quilometros de distância, eu tive que mudar de estratégia, e gastar dinheiro.
Uma das agruras da vida de solteiro masculina preguiçosa adulta é essa. Eu já comentei em outro espaço que lavar roupas é algo muito chato, apesar de ter ouvido de amigos que é uma atividade terapêutica (difícil). Os argumentos não me convenceram muito, apesar que parte do material eu lavei no tanquinho do apê e realmente traz uma vibração espiritual legal. (?)
Enfim, pesquisei e encontrei um estabelecimento legal no centro de SP. Eu achei que fosse ser um porre, mas, por incrível que pareça, eu achei gostoso. Aquele cheiro de amaciante permeando o ambiente, um silêncio mortal, aquelas janelinhas com roupas girando, e um ruído constante e grave das máquinas de lavar, como se fosse um mantra. Lembrei de um episódio da série de TV Seinfeld (uma das minhas favoritas), em que o enredo se passa todo dentro de uma lavanderia. Apesar de ser um ambiente totalmente "blasè", eu fiquei como uma sensação parecida como se estivesse num monastério (?!).
É coisa de norte-americano, mas têm coisas de norte-americanos que são geniais. Moedinhas, fichinhas, pegue sua roupa e faça você mesmo. Você ganha um saquinho de sabão e amaciante, e se vira. Tem uma "salinha de estar" (umas cadeiras) pra você esperar, com TV (!). Primeiro lava, depois enxagua, e depois seca. Essa a parte que eu mais gostei. Tira a roupa da máquina de lavar e coloca naquelas secadoras "estyles" norte-americanas que eu virei fã. O dia que eu tiver um pouco de dinheiro eu vou comprar uma dessas, nem que eu tenha que virar sócio da companhia de energia elétrica. Demora uns 40 minutos mas a roupa sai sequinha, quente, e macia.
Bom, essa postagem ficou bem confessadamente "amélia", mas não tinha outro jeito. Achei prático, como deveria ser. Mas não sei porque, sempre tive uma imagem de que lavanderias serviam mais pra atrapalhar do que pra ajudar, e pra tirar dinheiro da gente. Mudei completamente essa imagem.
E, como vocês podem notar, lidar com tarefas domésticas é algo complexo pra mim. Ou melhor, eu que deixo tudo ficar idiotamente complexo.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

um dia no inferno

Eu tinha uma missão: comprar dois ingressos pro show do Coldplay. Na prática, tinha apenas um dia pra fazer isso. Pois, como era previsível, os ingressos esgotaram em 48 horas ou pouco mais.

Segunda-feira (passada), eu saio do meu trabalho às 17:00h. E o que acontece? Desaba um temporal. Bom, tudo bem, faz parte da vida. Dou um tempo, passo no banco (pra zerar meu saldo, vocês devem imaginar o preço do ingresso), e aproveito pra comer alguma coisa num McDonalds ali perto. A chuva não passa, óbvio. Dei uns 15 minutos e encarei o aguaceiro.
Voltei pra Avenida Paulista e depois de um interrogatório com vários transeuntes perguntando sobre "como eu faço pra chegar na Vila Olímpia?" (sem obter resposta) resolvi pegar o busão. Entrei no famigerado "Circular Aclimação", também conhecido por "o amarelinho que sobe a Av. Angélica". A chuva vai aumentando. E o busão anda meio metro, pára, anda mais meio metro, e pára. Isso porque meu objetivo era apenas chegar até o cruzamento com a Brigadeiro Luis Antonio pra pegar o "cocozão", o temido "Terminal Santo Amaro".
Quando o busão havia andado dois quarteirões e tentava mudar de faixa pra chegar num ponto: splack!! (onomatopéia "estyle"). O nosso querido motorista arrancou o espelho retrovisor de outro busão. E lá vai ele descer pra pegar os dados do rapaz pra que depois descontem no seu mirrado salário a cagada. Nisso já se vão uns 15 minutos parado na Av. Paulista ajudando a complicar ainda mais o trânsito.
Enfim, tudo foi resolvido e eu consegui chegar na Brigadeiro. Nisso já se passavam uns 50 minutos que eu tinha saído do meu trabalho e não estava ainda nem na metade do percurso. Meu prazo final: 22 horas.
Desço um pouco a Brigadeiro (ainda num pé d´água) e chego até um ponto de ônibus. Não se vão nem alguns segundos e já avisto aquela jeringonça biarticulada do Terminal Santo Amaro. Era a carroagem para o inferno, lotada. Fecho o guarda-chuva, subo, e fico pendurado na porta massarocado no melhor estilo "eu moro na COHAB, e daí?". Naquele ponto eu olhei pra mim mesmo no reflexo do vidro e afirmei: fudeu.
Como o ônibus era biarticulado, o sufoco passou rápido e consegui achar meu espaço mais lá atrás, em pé, lógico. Porém, as coisas não ficaram menos estressantes, isso porque depois de uns 50 metros a avenida toda parou. E começou uma agonizante e torturante espera debaixo de chuva (lá fora), fedendo (e sentindo o fedor dos outros), com o sapato furado e encharcado.
Depois de uma meia-hora nessa situação, eu tive um "insight" de raiva súbita e baixou o Michael Douglas em mim, na sua célebre atuação em "Um Dia de Fúria". Dei um grito babuínico lá de trás pro cobrador avisando que eu queria descer de qualquer jeito e continuar a pé. Eles me entenderam.
Segui a pé, debaixo de uma chuva ainda mais forte (era o auge), com o sapato furado e encharcado, e com mais uma novidade: o guarda-chuva começou a "esfarelar". Eu nunca tinha visto isso na minha vida. A água da chuva começou a penetrar pelo pano (ou vinil, não sei bem do que são feito essas coisas). Mas nessa altura eu já tinha atingido um "nirvana" de estresse e nem estava mais ligado pra porcaria nenhuma.
Em suma, andei a pé uns 3 ou 4 quilometros (é sério), como um beduíno no deserto procurando por um oásis, e finalmente cheguei. Nisso já era umas 19:20h, e ainda chovendo. Aí teve a fase 2 do martírio, que durou mais umas 3 horas. Isso tudo com uns malas atrás de mim na fila falando pelos cotovelos e dando gargalhadas (só paulistano mesmo pra dar gargalhada em fila). Pelo menos na minha frente tinha uma bela e elegante "coldgirl" morena de olhos verdes, vestida como uma aeromoça. Fiquei curioso pra saber se ela era mesmo uma aeromoça, mas não me arrisquei a perguntar, apesar de ter batido um papo rápido com ela. Eu: "o que a gente não faz por um ingresso né?", e ela: "Pois é..."
O maior medo era passar das 22 horas (quando oficialmente fecham as bilheterias) e o pessoal do Via Funchal dispensar a galera. Mas eles foram respeitosos e esticaram até as 24 horas. Eu saí de lá as 22:30h com os ingressos em mãos, graças as forças cósmicas (!). Não eram os que eu queria (os mais baratos, esses evaporaram), mas não tinha outra saída. De última hora apelei mais uma vez pro meu saldo bancário e mandei ver. Nem que isso custasse o resto do mês em bolacha de sal.
Bom, existe aquela velha frase clichê: "eu tive uma visão do inferno". Depois dessa segunda, eu posso afirmar categoricamente com todas as letras: eu vi o capeta.

sábado, 2 de dezembro de 2006

tiro ao álvaro

(Adoniran Barbosa)
Apesar de ser um apreciador do rock and roll, não pude deixar de notar que hoje é o dia do samba. A nossa música. Eu acho que, assim como o blues, é um dos grandes troncos sonoros da música popular mundial. Como todo estilo, tem muita merda e coisa inútil, mas tem também coisas essenciais, como esse vovô aí emcima.
Bom, pra mim, se tem alguém que define o espírito do samba, é esse sujeito. Garanto que tem muita gente que vai discordar, mas o bom samba é ao mesmo tempo simples, elegante, pobretão, divertido, melodicamente austero e gramaticamente errático. E tio Adoniran sabia disso tudo.
img: www.vidaslusofonas.pt

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

zonas de baixa pressão atmosférica


Um dia desses vi na TV uma moça metereologista explicando sobre o clima nessa época do ano, e falando sobre umas tais de zonas de baixa pressão atmosférica. Eu na verdade estava prestando mais atenção nela do que no que ela estava falando. Ela era bonitinha. Aliás, metereologistas fêmeas em geral são belas, mesmo aquelas que não aparecem nos telejornais, ao contrário dos metereologistas machos, um mais tosco que o outro. Enfim, esse assunto me levou a ter uns "insights" interessantes, e meio bizarros.
Não sei porque eu tenho a nítida impressão que estou numa fase de "baixa pressão atmosférica", espiritualmente falando (?). Enquanto a moça do tempo falava, logo surgiu na minha cabeça a imagem de um tornado, e eu lembrei do filme "Mágico de Oz'. Imaginei a mim mesmo ali no lugar da Dorothy, mais leve que o ar. Imaginei também várias pessoas, situações, e coisas flutuando ali do meu lado, como se todos estivéssemos dentro de um liquidificador de sensações as mais díspares possíveis. Amigos, parentes, discos, livros, roupas, xícaras de café (!), tudo ali.
Bom, foi rápido. Logo eu voltei pra realidade e me dei conta de que precisava fazer minha janta. E não consegui bolar uma auto-explicação pra isso. Aliás, essa postagem ficaria mais apropriada no terreno do Sleepy Feeling, mas "insights" (eu adoro essa palavra) não são sonhos. E talvez não tenham significados próprios. Bem, sonhos também não tem. Eu é que sou um ser racional demais e tento dar uma lógica pra tudo.

O mais legal é que fiquei com aquela sensação de cheiro de ozônio no ar. Daqueles momentos pré-tempestades que dão ao mesmo tempo a agradável e temerosa sensação de bem estar na alma. Ou quem sabe, nada mais que um belo momento de "nóia alexandrina".

img: www.es.flinders.edu.au