terça-feira, 14 de agosto de 2007

bloco de notas

Bom, eu costumo ir cortar meu cabelo num lugarzinho razoável que eu descobri na Santa Cecília. Sempre gostei do corte de uma senhora que trabalhava lá (frise-se 'trabalhava'). Pois só ontem, na verdade, descobri que ela não trabalha mais lá. Quando cheguei não havia ninguém pra cortar meu cabelo, a moça da recepção pediu pra eu aguardar enquanto chamava a "moça do corte". Fique olhando as revistas até que vindo na minha direção surgiu um ser que parecia a versão feminina do "ovelha", usando um óculos "fundo de garrafa", e vesga! (tô falando sério): "Vamos lá?!". Acho que nunca passei tanto apuro na minha vida e me preocupei tanto com minha integridade física. O pior é que o corte parece que ficou bom (ainda estou analisando).

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Já virou um clássico, até tirei uma foto pra registro nos "anais" do blog. Se tem uma coisa que me acompanha incansavelmente nessa recente vida de "home alone" na metrópole é essa belezinha:


A rotina de solteiro preguiçoso na cozinha demanda uma certa agilidade. É prático, barato, não suja muita louça, é nutritivo. Só tome cuidado pra não comer umas 4, 5 vezes seguidas na mesma semana porque você pode desenvolver um certo "complexo".

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E a noite rendeu ontem, em sonhos bizarros. Virei alvo de bombardeio da Força Área Britânica da década de 40. Dêem uma conferida aqui: Sleepy Feeling.

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Zapeando os canais de TV hoje de manhã descobri que minha cara "Jo-jo" (Angelina Jolie) fará uma pequena passagem pelo Brasil juntamente com o "exterminador" Arnold Schwarzenegger, em um evento relacionado ao meio-ambiente e desenvolvimento sustentável (achei muito bizarra essa combinação) na capital Brasília no mês de setembro. Estarei por lá no começo do mês, quem sabe não rola um café a dois, uhu!.

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Não sei se estou ficando maluco, mas tenho reparado em algumas "sensações" pelas quais passo antes de entrar em sono profundo à noite (bem, reparar nisso é coisa de maluco). Já notei que o meu cérebro parece que passa por uma fase de "estalos", como se ele aumentasse ou diminuísse de tamanho (?), ou pelo menos algum tipo de movimento ocorre na minha caixa craniana que dá essa impressão. Lembrei daquele filme "Efeito Borboleta" e parei de divagar sobre isso na hora.

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Minha mãe me chama no msn enquanto edito essa postagem e me mostra essa notícia, referente a minha ex-empresa, nas palavras de uma juíza da Vara do Trabalho local: "a empresa deve entender que seu ‘colaborador’ é uma criatura humana e como tal deve ser tratado e não como máquina. O dano moral é tão inequívoco, tão notório e evidente, que dispensa maiores comentários, tamanha a perplexidade que causa". Eu também acho que não preciso comentar mais nada.

2 comentários:

Cristina disse...

-Eu tbém teria medo. Se cortando o cabelo sempre com a mesma pessoa já é arriscado...
-Ah, o seu "PF"! rs
-Já comentei no Sleepy feeling
-E o Kiefer que veio esses dias e eu perdi... :p
-Lembrei do que se costuma dizer, que alguém tem "barulho de carriola na cabeça". Deve ser alguma coisa parecida rs
-É, acho que dispensa comentários mesmo
:]

Aline-NC disse...

- Só troco de salão se fechar. Ainda mais porque jogo umas químicas no cabelo de vez em quando (pobrezinho...)
- Belo PF. Eu não faria melhor. Nem pior. Eu simplesmente não faria. Quando sozinha, sou adepta dos sanduíches de pão integral.
- Chegará o dia em que lembrarei de tudo que sonho...
- A pergunta que não quer calar : O Brad vem junto?
- Medo!
- Um dia, as empresas ainda vão me fazer largar esse mundo corporativo e ir vender sanduíche na praia (aqueles, de pão integral)
;)